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Que tal história?

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

História Geral da África em português.

A partir da aprovação da Lei 10.639 (2003) o ensino de história da África se tornou obrigatório no ensino fundamental e médio.
Eis uma ótima notícia: ficou pronto um dos mais importantes projetos do MEC/Unesco, referente à promoção do ensino da história da África no Brasil. Trata-se da disponibilização gratuita, via internet, de todos os volumes da monumental “História Geral da África”.
Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações. 


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Novas tendências da historiografia sobre Minas Gerais no período Colonial

O texto "Novas tendências da historiografia sobre Minas Gerais no período colonial", da professora Júnia Ferreira Furtado, analisa a produção historiográfica sobre a capitania de Minas Gerais produzida a partir dos anos 1980. O ponto de partida da autora é o livro "Desclassificados do ouro", de Laura de Mello e Souza. Júnia Furtado procurou "mapear os temas hegemônicos, as tendências e os recortes teóricos utilizados". A partir da leitura do artigo, sistematize estes elementos, buscando identificar os que têm exercido maior atração sobre os historiadores de Minas Gerais.

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sábado, 5 de julho de 2008

A ESCOLA DOS ANNALES

Por volta de meados do séc. XVIII, um certo número de intelectuais, na França, Escócia, Itália, Alemanha e outros países começaram a se preocupar com o denominaram “História das sociedades”. Uma nova história, uma “história que inclua qualquer traço ou vestígio das coisas que o homem fez ou pensou, desde o seu surgimento sobre a terra.”.
Licien Febvre e Marc Bloch foram os lideres do que se pode denominar revolução francesa da história.
A revista dos annales surgiu da vontade de se promover a nova história, diferente da que era produzida até então. Após a primeira guerra mundial Lucien Febvre idealizou uma revista voltada à história econômica, que seria dirigida pelo historiador belga Hennri Pirene. O projeto encontrou diversas dificuldades, sendo abandonado. Em 1928 foi Bloch quem tomou a iniciativa de ressuscitar os planos de uma revista. Novamente foi solicitado que Pirene a dirigisse, mas em virtude de sua recusa Febvre e Bloch tornaram-se editores.