quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Entrevista com o professor José Murilo de Carvalho - parte 1
José Murilo de Carvalho possui pós-doutorado em duas universidades: na de Stanford, nos Estados Unidos, e na de Londres. Membro da Academia Brasileira de Ciências, o historiador tem uma trajetória profissional em diversas instituições de pesquisa, no Brasil e no exterior, como, por exemplo, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na École des Hautes Études em Sciences Sociales, no Instituto de Estudos Avançados de Princeton, e nas Universidades de Londres, Oxford, Stanford, Califórnia (Irvine) e Leiden (Holanda). Atualmente, leciona na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde é professor do Departamento de História.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Novas tendências da historiografia sobre Minas Gerais no período Colonial
O texto "Novas tendências da historiografia sobre Minas Gerais no período colonial", da professora Júnia Ferreira Furtado, analisa a produção historiográfica sobre a capitania de Minas Gerais produzida a partir dos anos 1980. O ponto de partida da autora é o livro "Desclassificados do ouro", de Laura de Mello e Souza. Júnia Furtado procurou "mapear os temas hegemônicos, as tendências e os recortes teóricos utilizados". A partir da leitura do artigo, sistematize estes elementos, buscando identificar os que têm exercido maior atração sobre os historiadores de Minas Gerais.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A Utopia. Thomas Morus

LIVRO I.
O livro descreve o encontro de Thomas Morus com seu amigo Pedro Gil e um estrangeiro chamado Raphael Hitlodeu, que era marinheiro e havia viajado com Américo Vespúcio, trazendo várias histórias sobre o novo mundo.
“A Utopia” foi uma obra publicada em 1516 que constituiu uma crítica social, política e religiosa à sua época. Uma Inglaterra dominada pelo rei Henrique VIII, a qual ele demonstra grande oposição, não só como humanista, mas também num sentido peculiarmente medieval, como cristão, para quem a sociedade cristã supranacional era a realidade básica no campo social. Morus, no séc. XVI, em pleno renascimento, pintou com palavras uma sociedade perfeita em que, para ele, a sociedade ideal se assemelharia às do mundo antigo. “...todos vós conheceis a penalidade adotada pelos romanos, povo tão adiantado na ciência de governar,”
A EUROPA IMPERIAL.

A chegada de Carlos V inscreveu a península Ibérica numa Europa imperial, da qual os espanhóis tinham uma visão fragmentada. A abertura política da Espanha para a Europa antecedeu o reinado de César e a “ancorarem” imperial.
A tomada de Granada para que Fernando e Isabel se interessassem pelo cenário internacional. Os reis católicos precisavam estabelecer sua hegemonia antes de firmar sua presença na Europa. Presença que foi firmada com o alianças dinásticas e diplomacia.
As relações tumultuadas com Portugal abrandaram-se. Em 1490 Castela consolidou seu domínio sobre as Canárias, o que lhe abriu as rotas para o Novo Mundo.
Ao sul a reconquista prosseguiu. Os espanhóis atacaram o norte da África. Para alguns, a experiência africana e para outros, a passagem pelas Canárias forum um prelúdio à aventura americana.
sábado, 5 de julho de 2008
A ESCOLA DOS ANNALES
Por volta de meados do séc. XVIII, um certo número de intelectuais, na França, Escócia, Itália, Alemanha e outros países começaram a se preocupar com o denominaram “História das sociedades”. Uma nova história, uma “história que inclua qualquer traço ou vestígio das coisas que o homem fez ou pensou, desde o seu surgimento sobre a terra.”.
Licien Febvre e Marc Bloch foram os lideres do que se pode denominar revolução francesa da história.
A revista dos annales surgiu da vontade de se promover a nova história, diferente da que era produzida até então. Após a primeira guerra mundial Lucien Febvre idealizou uma revista voltada à história econômica, que seria dirigida pelo historiador belga Hennri Pirene. O projeto encontrou diversas dificuldades, sendo abandonado. Em 1928 foi Bloch quem tomou a iniciativa de ressuscitar os planos de uma revista. Novamente foi solicitado que Pirene a dirigisse, mas em virtude de sua recusa Febvre e Bloch tornaram-se editores.
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